sábado, 29 de agosto de 2009

PARÓQUIA DO ESPÍRITO SANTO E NOSSA SENHORA APARECIDA

VISITA DA IMAGEM PEREGRINA AO PORTO MEIRA
DE 7 A 12 DE OUTUBRO DE 2008
SAUDADES DA MÃE
PEREGRINA EM NOSSA CASA!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

CATEDRAL NOSSA SENHORA DE GUADALUPE

A história da região em que hoje se encontra a Diocese de Foz do Iguaçu foi marcada de grandes feitos heróicos de religiosos que, com muita coragem, desbravaram estas terras de fronteira. O empenho intenso resultou numa Igreja vibrante e participativa, representada por 23 paróquias presentes nas 14 cidades que a Diocese de Foz do Iguaçu compreende. Estes missionários tomados de profundo fervor enfrentaram todos os desafios para levar a mensagem do evangelho e a presença viva de Jesus Cristo através de sua Igreja. Tempos de grande demonstração de fé e unidade que ajudaram a formar a comunidade católica local. Após 30 anos da fundação da Diocese de Foz do Iguaçu, somos novamente convocados ao mesmo empenho dos tempos de outrora, demonstrando a nossa fé, fervor e unidade, abraçando o compromisso de construirmos juntos, a Catedral Nossa Senhora de Guadalupe. Uma obra de todos e que será um marco para os católicos.
Sonhada pelo saudoso Dom Olívio Fazza e empreendida por seu sucessor, Dom Laurindo Guizzardi, a Catedral Nossa Senhora de Guadalupe teve seu projeto abençoado pelo então PapaJoão Paulo li, e sua construção já é uma realidade. Dessa forma todo o clero, e também toda a comunidade de Foz do Iguaçu, está empenhada para concluir essa obra, que será, com certeza, um local de bençãos e graças para o nosso povo e também para todos os peregrinos. Romarias, peregrinações, eventos da Diocese, devoção Mariana, turismo religioso, são algumas das atividades e benefícios que a Catedral Nossa Senhora de Guadalupe irá trazer. Vamos presentear a Mãe de Jesus e nossa Mãe, com essa Catedral a Ela dedicada. Temos a certeza que a Diocese de Foz do Iguaçu tornar-se-á, ainda mais, uma terra onde, pelas mãos de Maria, Deus, Nosso Senhor, fará maravilhas. Por tudo isso, digamos com Ela: "porque realizou em maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é santo". (Lc 1,49).















 












































































































































quinta-feira, 20 de agosto de 2009

RADIO REDE FM 88,1 - A ESTAÇÃO DO SUCESSO

PROGRAMAÇÃO

Momentos de Oração

Sintonize e reze Conosco
FM 88,1
ou

(Oração da manhã com o Padre Mateus)
...................................................................................................................................................................
Você pode deixar o seu recado de Pedido de Oração nesse Bloco (pelo menu Comentários) ou até mesmo pode enviar-me uma mensagem pelo endereço eletrônico: pe.mateus@hotmail.com . Ou ainda Você poderá ligar para a Rádio Redefm pelo fone 45 30280599 e fazer o seu Pedido. A equipe anotará e nos repassará. Tamém poderás ligar na Paróquia do Porto Meira, fone: 45 35271058, de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h, fale com a Vanessa e ela irá anotar o seu Pedido.  Faça o seu Pedido e Rezaremos por Na Oração da Manhã.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

LITURGIA DE FINAL DE SEMANA

DEUS NOS FALA
Neste Dia Nacional da Bíblia, a Liturgia da Palavra, na primeira leitura, afirma que o ci¬úme não é solução. Moisés quer que todos sejam profetas com o espírito do Senhor. São Tiago prega que Deus resiste aos soberbos e ambiciosos. Jesus, no Evangelho, ensina que ninguém tem o monopólio da verdade e que é necessário evitar escân¬dalos. (Sentados)

1ª LEITURA
Nm 11,25-29
Naqueles dias, o Se¬nhor desceu na nuvem e falou a Moisés. Retirou um pouco do es¬pírito que Moisés possuía e o deu aos setenta anciãos. Assim que repousou sobre eles o espírito, puseram-se a profetizar, mas não continuaram. Dois homens, porém, tinham ficado no acam¬pamento. Um chamava-se Eldad e o outro Medad. O espírito re¬pousou igualmente sobre os dois, que estavam na lista mas não tinham ido à Tenda, e eles profetizavam no acampamento. Um jovem correu a avisar Moi¬sés que Eldad e Medad estavam profetizando no acampamento. Josué, filho de Nun, ajudante de Moisés desde a juventude, dis¬se: "Moisés, meu Senhor, man¬da que eles se calem!" Moisés respondeu: "Tens ciúmes por mim? Quem dera que todo o povo do Senhor fos¬se profeta, e que o Senhor lhe concedesse o seu espírito!"
SALMO RESPONSORIAL
Sl 18
L - A lei do Senhor Deus é perfeita, alegria ao co¬ração.

T - A lei do Senhor Deus é perfeita, alegria ao coração.

L - A lei do Senhor Deus é perfeita, conforto para a alma! O testemunho do Senhor é fiel, sabe¬doria dos humildes.

L - É puro o temor do Senhor, imutável para sem¬pre. Os julgamentos do Senhor são corretos e justos igualmente.

L - E vosso servo, instruído por elas, se empenha em guardá-Ias. Mas quem pode perceber suas faltas? Perdoai
as que não vejo!

L - E preservai o vosso servo do orgulho: não domine sobre mim! E assim puro, eu serei pre¬servado dos delitos
mais perversos.

2a LEITURA
Tg 5,1-6
E agora, ricos, chorai e gemei, por causa das desgra¬ças que estão para cair sobre vós. Vossa riqueza está apodrecendo, e vossas roupas estão carco¬midas pelas traças. Vosso ouro e vossa prata estão enferrujados, e a ferrugem deles vai servir de testemunho contra vós e devorar vossas car¬nes, como fogo! Amontoastes tesouros nos últi¬mos dias. Vede: o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos, que vós deixastes de pagar, está gritando, e o clamor dos trabalha¬dores chegou aos ouvidos do Senhor todo-pode¬roso. Vós vivestes luxuosamente na terra, entre¬gues à boa vida, cevando os vossos corações para o dia da matança. Condenastes o justo e o assassinastes; ele não resiste a vós.

EVANGELHO
Mc 9,38-43.45.47-48
Naquele tempo, João disse a Jesus: "Mestre, vimos um homem expulsar demônios em teu nome. Mas nós o proibimos, porque ele não nos segue". Jesus disse: "Não o proibais, pois nin¬guém faz milagres em meu nome para depois falar mal de mim. Quem não é contra nós é a nosso favor. Em verdade eu vos digo: quem vos der a beber um copo de água, porque sois de Cristo, não ficará sem receber a sua recompensa. E, se alguém escandalizar um destes pequeninos que crêem, melhor seria que fosse jogado no mar com uma pedra de moinho amarrada é!0 pescoço. Se tua mão te leva a pecar, corta-a! E melhor entrar na Vida sem uma das mãos, do que, tendo as duas, ir para o inferno, para o fogo que nunca se apaga. Se teu pé te leva a pecar, corta-o! É me¬lhor entrar na Vida sem um dos pés, do que, ten¬do os dois, ser jogado no inferno. Se teu olho te leva a pecar, arranca-o! É melhor entrar no Reino de Deus com um olho só, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno, 'onde o verme deles não morre, e o fogo não se apaga' ".

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

PAULO APÓSTOLO


BIOGRAFIA

Paulo: em Latim Paulus: Fraco, Franzino; em Grego: Paulos; em Hebraico: Saul: Reclamado, desejado.


ESCRITOS PAULINOS
Segunda Carta de São Paulo aos Tessalonicenses
Número de Capítulos
3 Capítulos
Classificação
Uma carta Missionária ou Carta Maior. Alguns classificam-na de primeira Carta.
Autenticidade
Não é autenticamente paulina. É de origem duvidosa. Provavelmente seja de um discípulo de Paulo.

Quando foi Escrita
A opinião tradicional é que a segunda carta tenha sido escrita pouco tempo depois da primeira. Porém o estilo apocalíptico que a distingue claramente da primeira, levam alguns a pensar que ela tenha sido escrita bem depois da primeira.

Onde Foi Escrita
Tudo indica que o local seja o mesmo da primeira
Destinatários
Os mesmos da primeira

Motivos da Carta
A necessidade de corrigir certas idéias errôneas sobre a parusia, que haviam surgido naquela igreja. Pode ser que houve uma falsa interpretação de primeiro tessalonicenses. Alguns tessalonicenses não trabalhavam mais 2 Ts 3,11, pois acreditando numa parusia eminente não viam mais razão para trabalhar. A chegada será precedida de sinais bem perceptíveis. O Senhor virá, mas antes virá o anticristo.

Chaves de Leitura

a. Conflitos: com o império (2Ts 1,4); Uma oposição aberta entre a “igreja dos tessalonicenses” (2 Ts 1,1) e o “mistério da impiedade”(2 Ts 2,7)

b. Escatologia: ou o fim dos tempos: aponta para uma vinda não para já de Cristo (2 Ts 2,1-2);

c. Trabalho: uma das maiores riqueza da carta. Eis sentido cristão do Trabalho (2 Ts 3,6-12). Paulo valoriza o trabalho porque na mentalidade da época trabalho era coisa para escravos. Por isso Paulo valoriza o trabalho.

Um texto Motivador

2 Ts 1,11: “Pelo que não cessamos de orar por vós, para que o nosso Deus vos faça dignos de sua vocação; e que por seu poder faça realizar todo o bem desejado, e torne ativa vossa fé”.

Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios

Número de Capítulos
16 Capítulos
Classificação
Uma carta Missionária ou Carta Maior
Autenticidade:
Paulina
Quando foi Escrita?
55-57
Onde Foi Escrita?
Paulo está em Éfeso (1Cor 16,8ss), durante a terceira viagem missionária.
Destinatários
Uma população composta por sua maioria de gente pobre, sem muita instrução (1 Cor 2,26;7,21;11,21-22), muito provavelmente escravos portuários. Mas era uma comunidade dinâmica, cheia de entusiasmo, com muitos dons e carismas. Marcada também por muitos conflitos e divisões.
Motivos da Carta
Informações recebidas do pessoal da casa de Cloé (1Cor 1,11), sobre problemas da comunidade como divisões (1 Cor 1,12-16), incesto (1Cor 5,1); brigas internas levadas ao tribunal da cidade (1 Cor 6,1); licenciosidade de alguns (1Cor 6,12)
Uma carta da comunidade (1 Cor 7,1), pedindo orientações sobre o casamento (1Cor 7,1-40), consumo de carne oferecida aos ídolos (1Cor 8,4 – 10,33) e comportamento nas assembléias (1Cor 11,2 – 14,40)
Chaves de Leitura
1. Conflitos

Conflitos e tensões marcam a existência cristã vivida no seguimento de Cristo crucificado (l Cor 1,23) e marcam também o relacionamento entre Paulo e a comunidade. Paulo tem a capacida­de de iluminar os problemas mais concretos do dia-a-dia com a luz do mistério mais profundo da fé. Toda a carta está centrada em tomo da vivência do mistério pascal, isto é, da Cruz e da Ressur­reição. A Cruz aparece no começo (lCor 1-4) e a Ressurreição no fim (lCor 15). São os pólos da longa caminhada cheia de proble­mas (lCor 5-14).

2. A loucura da Cruz e a sabedoria do mundo

O contraste entre a "loucura da Cruz" e a "sabedoria do mundo" perpassa a carta do começo ao fim. Com a luz que vem da Cruz de Cristo, Paulo condena as divisões da comunidade

(l Cor 1,17-4,13), questiona a vanglória dos que causam escândalo (lCor 5,1-13), critica uma falsa concepção de liberdade (1 Cor 6,12-20), reprova o comportamento egoísta de alguns nas assembléias (lCor 11,17-34).

3. Ressurreição de Cristo e nossa ressurreição
Paulo aceita a loucura da Cruz e renuncia à sabedoria do mundo porque tem fé na Ressurreição, rejeitada pela cultura grega dos coríntios. Desde o começo da carta a fé na ressurreição já está implicitamente presente na argumentação de Paulo. Mas no fim, no mais longo capítulo de toda a carta, ele a professa explicitamente e refuta com vigor os argumentos em contrário (ICor 15,1-58).

4. A árdua tarefa da inculturação

A Primeira Carta aos Coríntios reflete a necessidade e a dificuldade da inculturação da mensagem cristã. Tratava-se de rom­per fronteiras e desvincular a fé da cultura judaica. Daí sua atuali­dade para nós que vivemos num país pluricultural, onde a fé chegou envelopada na cultura européia. Entre outras questões, vale a pena examinar de perto a maneira como Paulo enfrenta o proble­ma das carnes sacrificadas aos ídolos (ICor 8-10) e o da fé na ressurreição (ICor 15) ou como tentou impedir que a comunidade fosse contaminada pela dissolução dos costumes (l Cor 5-6).
5. Problemas de comunidade
Toda convivência comunitária tem seus problemas. A comu­nidade de Corinto tinha os seus, e, nesta carta, Paulo os enfrenta corajosamente: as divisões internas (lCor 1,10-4,21), a ética sexual (l Cor 5,1-13), o recurso aos tribunais (l Cor 6,1-11), o respeito pela consciência dos mais fracos (lCor 8,7-9,27), a boa ordem nas assembléias (lCor 11,1-34), o problema do dom das línguas (lCor 12-14).

Um texto Motivador

1 Cor 9,16: “Anunciar o Evangelho não é título de glória para mim; é, antes, uma necessidade que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho”.

Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios


Número de Capítulos


13 Capítulos


Classificação


Um carta Missionária ou carta Maior


Autenticidade


Paulina


Quando foi Escrita?


Entre 56 e fins de 57

Onde Foi Escrita?

Trata-se aqui de uma Coleção alguns acham que Paulo estava em Éfeso; outros acham que ele estava na macedônia. Alguns dizem que Paulo teria escrito a segunda no mesmo período da primeira, quando Paulo, saindo de Éfeso, viajava pela Macedônia (2Cor 7,5) e talvez estivesse em Filipos.

Destinatários

Os mesmos da primeira Carta

Motivos da Carta

Foi escrita sobretudo para refutar as calúnias de que Paulo era vítima e para resolver o conflito que surgiu no relacionamento com a comunidade. Num estilo vivo e apaixonado, ele esclarece o mal-entendido (2Cor 1,12-2,11), comenta suas atividades (2,12-7,16) e defende o seu ministério (2Cor 10-13).


Chaves de Leitura

1. Defesa e consolação do missionário
Paulo foi acusado de ser volúvel e fraco (2Cor 10,10), ambi­cioso (2Cor 10,12-17), sem amor pela comunidade (2Cor 11,7-11), inferior aos outros evangelizadores (2Cor 11,4-5), por falsos após­tolos (2Cor 11,12-13). Foi gravemente injuriado (2Cor 7,12; 2,5-11). Ele se defende vigorosamente, porque está em causa o Evangelho que quer anunciar (2Cor 12,19). Bom esgrimista, Paulo sabe ma­nejar com rara habilidade a arma de sua fé incondicional em Jesus Cristo contra os golpes de seus adversários. Nela é que está a fonte da consolação, do conforto e da esperança que o fazem superar a fraqueza e as tribulações que invoca como testemunho a seu favor.

2. O uso da Escritura
Em 2Cor 3,1-4,6, temos um dos textos mais importantes para saber como Paulo encarava a Escritura e a sua interpretação. É aqui que ele usa pela primeira vez a expressão "Antigo Testamento" ou "Antiga Aliança" (2Cor 3,14). A Nova Aliança, anunciada por Jeremias (Jr 31,33), é a comunidade cristã. Ela é a "Carta de Cristo", escrita não com tinta em pedras, mas com o espírito de Deus vivo "em táboas de carne, nos corações" (2Cor 3,2-3). A comunidade que possui o Espírito é que dá vida à letra. Do con­trário, a letra poderia matar a fé (2Cor 3,6).

3. Mística e resistência nas tribulações
Para conhecer Paulo, nada melhor do que as duas Cartas aos Coríntios. Nelas Paulo se revela. Por exemplo, em 2Cor 4,7-6,10, transparece como ele vive e se sustenta no meio dos conflitos da sua missão. Em 2Cor 12,1-6, fala das experiências místicas que teve nos primeiros anos após sua conversão e da fraqueza que sente dentro de si (2Cor 12,7-10).

Um texto Motivador: 2 Cor 13,11: “De resto, irmãos, alegrai-vos, procurai a perfeição, encorajai-vos. Permanecei em concórdia, vivei em paz, e o Deus de amor e de paz estará convosco”.


Carta de São Paulo aos Gálatas
Número de Capítulos
6 capítulos
Classificação
Uma carta Missionária ou carta maior
Autenticidade
Paulina
Quando foi Escrita
Paulo escreveu esta carta durante a terceira viagem missionária, por volta do ano 57/58
Onde Foi Escrita
Provavelmente quando Paulo estava em Éfeso

Destinatários

O nome "Gálatas" vem dos gauleses, originários da Gália, que emigraram da Europa e ocuparam uma região da Ásia Menor (atual Turquia), no século II a.c. Trata-se, portanto, de uma região, e não de uma cidade. Durante a segunda viagem, uma doença o forçou a parar na Galácia (At 16,6; GI4,13-14), uns cinco anos antes, e, no início da terceira viagem, ele passou por lá uma segunda vez (At 18,23).

Motivos da Carta

No pouco tempo decorrido entre a segunda visita e a carta, apareceu o problema. Alguns judaizantes, talvez ligados aos cris­tãos de Jerusalém, queriam impor aos gentios convertidos a circun­cisão e a observância da Lei mosaica (GI 1,6ss.; 5,7-12; 7,10-20) e moviam uma campanha contra Paulo, questionando sua legitimida­de apostólica (GI 1,1-2,9; 5,10). Daí o caráter polêmico e comba­tivo desta carta. Com extremo vigor, Paulo exibe suas credenciais e defende a legitimidade de seu anúncio evangélico (GI 1,6-2,10). Como ex­aluno da escola rabínica, Paulo está bem equipado para desmasca­rar o legalismo judeu-cristão de seus adversários. Nos capítulos 3 e 4, maneja com habilidade a interpretação alegórico-rabínica do Antigo Testamento, fazendo o feitiço voltar-se contra o feiticeiro. Enfaticamente recorda sua discordância com a atitude dúbia de Pedro em Antioquia (Gl 2,11-14) e insiste, em termos extrema­mente fortes, no lugar central que Jesus Cristo deve ocupar na vida (Gl2,15-21). Com grande poder de síntese, Paulo apresenta a estrutura da vida cristã: acolher pela fé a ação do Espírito Santo e comunicá-Ia através do amor (Gl 5,5-6). É no amor ao próximo que está a plenitude da Lei (Gl 5,4). Não poupa ironia ao referir-se aos judaizantes (Gl 5,7-12) e proclama em alto e bom som a liberdade cristã e a exuberância da ação do Espírito (Gl 5,13-26). Paulo martela no essencial do Evangelho, que é o amor, e não o legalismo. O amor ativo nasce da liberdade, fruto da fé, e compromete a totalidade da pessoa em tarefas concretas, frente às situações da vida, levando-a a realizar muito mais do que qualquer lei poderia exigir (Gl 6,1-6). Nosso destino final será a conclusão natural de uma escolha de vida: viver segundo os instintos egoístas (segundo a carne) leva à corrupção e à morte, enquanto viver segundo o Espírito ou segundo o amor leva à vida eterna (Gl 6,7- 1 O).

Num último ímpeto, Paulo escreve "de seu próprio punho" a conclusão, acusando os judaizantes de orgulho, covardia e falsi­dade, ao contrário dele, que só se gloria na cruz de Jesus Cristo, cujas marcas estão impressas em seu corpo (Gl 6, 1 1-18).

Chaves de Leitura

A Carta aos Gálatas é rica em temas fundamentais para a compreensão da vida cristã: fé, liberdade cristã, carne x espírito, primado do amor, igualdade em Cristo, superando as diferenças sociais, raciais ou de gênero, frutos do Espírito, etc. A chave-­mestra é a irredutível unicidade da salvação em Cristo, oferecida gratuitamente por Deus e libertando-nos de qualquer outro vínculo.

Perante os judaizantes tão fortemente fustigados por Paulo, somos levados a pensar nas pessoas que procuram garantir a sal­vação multiplicando práticas religiosas, mas indiferentes ao que se passa ao redor. O acúmulo de práticas pode embotar a consciência da condição de pecado e, conseqüentemente, da gratuidade da salvação. "É para a liberdade que Cristo vos libertou" (GI 5,1). Libertos, temos de lutar pela libertação num mundo de opressões.

Um texto Motivador

Gl 5,1: “É para a liberdade que Cristo nos libertou. Permanecei firmes, portanto, e não vos deixeis prender de novo ao jugo da escravidão”.

Carta de São Paulo aos Efésios

6 capítulos
Classificação
Carta da Prisão
Autenticidade
Duvidosa
Quando foi Escrita?
Ano
60-64

Onde Foi Escrita?
Como as cartas aos Colossenses, aos Filipenses e a Filemon, apresenta-se como escrita da prisão (Ef 3,1; 4,1; 6,20). Mas o estilo impessoal, a ponto de considerar os efésios desconhecidos (Ef 1,15; 3,2ss.; 4,21), é muito estranho para quem passou três anos no meio deles (cf. At 19,1-20,1).

Destinatários
Alguns acham ainda que se trata de uma carta circular, dirigida às Igrejas da Ásia Menor. Assim como a Carta aos Roma­nos amplia e aprofunda a reflexão da Carta aos Gálatas, esta carta amplia e aprofunda a reflexão da Carta aos Colossenses. O motivo do título, "aos Efésios", foi conservado porque a cópia da circular que passou a constar das cartas paulinas foi encontrada em Éfeso. Mas a menção a Éfeso em Ef 1,1 falta em muitos manuscritos.

Chaves de Leitura

Igreja e Família: Um indício de que esta carta é de uma época posterior a Paulo é a preocupação com a solidificação da Igreja, que aponta para a última década do século I. Já não existe a expectativa da volta imediata de Cristo e a Igreja deve preparar­se para durar muito tempo. Não admira que o segundo centro de atenção seja a família, em que a Igreja deita as suas raízes (Ef 5,21-6,9). A estabilidade da família deve ser cimentada no amor de Cristo.
O combate da fé: Viver a fé num mundo adverso e hostil não é possível sem combate, sem militância. A carta é muito incisiva quando descreve as forças que devemos enfrentar e os recursos com que nos devemos equipar (Ef 6,10-20). Esse conceito de militância, com profundas raízes cristológico-bíblicas, é de pal­pitante atualidade para nós, hoje, diante das poderosas forças que desafiam a nossa fé.
Cristologia: Cristo não vive só no interior de cada pessoa.
Ele é cabeça da Igreja em que são incorporados judeus e gentios (Ef 1,3-3,21). Mais ainda, é cabeça de toda a humanidade, Senhor da história e de todas as dimensões do universo. Esse cristocentris­mo da Carta aos Efésios é que inspirou a concepção do "Cristo cósmico" do sábio jesuíta 'Ieillard de Chardin, que morreu em 1955 e foi uma das figuras marcantes do nosso século.

Um texto Motivador

Ef 6, 18: “Com orações e súplicas de toda a sorte, orai em todo o tempo no Espírito, e para isso vigiai com toda perseverança e súplica por todos os santos”.

domingo, 16 de agosto de 2009

AVE-MARIA

AVE MARIA

Existe um fogo ardente em mim.

Existe uma busca insessante em mim.

Senhor, obrigado pela tua presença

maravilhosa em minha vida.

Senhor, dá-me a Graça da paciência.

Dá-me a Graça da Prudência.

Que de minha boca brote somente

Palavras tuas. Palavras sábias.

Eu vi o muro se quebrar diante de mim.

Eu vi o difícil tornar-se fácil diante de mim.

Tudo isso quando eu pedia a Jesus

pela intercessão de Maria Santíssima.

A Eucaristia é verdadeiramente um mistério.

A gente olha e precisa olhar com os olhos da fé.

A Eucaristia é um mistério,

mas não um mistério sem sentido,

obscuro, inatingível, intocável,

insensível. A Eucaristia é Cristo presente

e olhando para mim. Isso é o que eu sei.

Eu fecho os olhos e Ele me vê!

Olha para mim o tempo todo. Não se cansa de me olhar.

Jesus vivo na Eucaristia, está vivo dentro de mim.

Depois de tantas tentativas, acabei percebendo

que uma mantra ilumina o meu caminho,

uma mantra com a simpliscidade
da expressão do Anjo Gabriel:

"Ave-Maria cheia de graça, o Senhor é convosco,

Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre Jesus!

Santa Maria Mãe de Deus, Roga por nós pecadores, agora e na hora de nossa

morte, Amém!"

(Dia 13 de setembro de 2007 - Dia de São João Crisóstomo - boca de ouro - século IV)


sábado, 15 de agosto de 2009

HORIZONTE

HORIZONTE

Meu olhar taciturno perpassa o horizonte
iluminado pelo pôr-do-sol que se vai.

Ao ar noturno que se aproxima, deixo o
meu espírito banhar-se na brisa suave.
Brisa que desliza sobre o meu corpo e
deixa o meu espírito solto.

O horizonte iluminado me diz que a vida passa.
Que o tempo é conjugado pelo ser e o não ser
do meu ser dialético; pelo meu espírito imortal
e ansioso por vida.

O horizonte dourado me diz que Deus existe
e é uma comunidade plasmada num profundo,
incomensurável e sagrado amor pelos homens.

Meu olhar taciturno e contemplativo, me faz ver
uma nuvem maravilhosamente negra que vem,
e, que, neste crepúsculo, se aproxima do sol,
aparentemente cansado de brilhar, mas
majestosamente belo e sedutor.
Tão sedutor quanto a nuvem que dele se aproxima.

Aos poucos meu olhar pode notar que o interesse
daquela nuvem não é tirar o brilho estonteante do sol.

Quer, na verdade, ser aquecida e envolvida pelo encanto
que a persuade e a faz reconhecer-se na plenitude própria
de seu belo ser. Quer ser ela mesma, quer caminhar com
suas próprias pernas, quer ser livre, mas não quer sê-la para
si própria. Não quer roubar a beleza do sol para si.

Ficar sem ele não pode, porque ele é parte do seu ser.
Cadê o horizonte dourado pelo pôr-do-sol?
Ah! Cá está ele, belo como nunca, sincero como sempre.

Parece gostar da presença da nuvem belamente negra,
mas algo o preocupa, lá em seu âmago, lugar que somente
ele conhece e desconhece:
-Será a noite estrelada?
- Será uma noite de enxurrada?
- Será uma noite enluarada?
- Tanto faz. Pensei em Paz.

O que me compraz é o prazer de contemplar ao luar
estrelas reluzentes, confiantes de suas belezas,
alegres de espírito e de mentes.

Se pela chuva banhando,
Quero me deixar banhar.
Quero mesclar-me a esse amor molhado.
Quero ser amado.Quero. Por quê?

O sol crepusculante é o motivo do meu cansaço,
o sono é o motivo de minha poesia transformar-se
num bagaço em artes. Necessário para a composição das partes.

Meu olhar sem rumo se encontra. Parece abatido.
Quer repousar nos braços da noite.
O sol se foi. A nuvem se desfez.
Eu sou o mesmo. E o horizonte, onde foi?
Meu poema reclama:
-minha conclusão, onde está?
- O que há? Pergunto.
- Não gostas de ser comigo?

Para que reclamar?
Tudo tem o seu tempo.
Se tens o teu fim, teu fim chegará.

Dizer-te não posso agora, compreendo tua incompreensão,
o teu mal-estar. Não demora e compreenderás.
Sabes tu, acaso o dia em que o sol deixará de brilhar?
(25 de abril de 2000, em Santa Helena/Pr - Pe. Mateus Gonçalves da Silva)

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

AMO A MINHA CRUZ

AMO A MINHA CRUZ
Olho para a Cruz
e vejo Jesus.
Olho para Jesus
e vejo a Cruz
Jesus é luz.
Jesus é Paz.
Na Cruz onde está Jesus
contemplo a doce esperança
de um mundo melhor.
Na doce esperança
eu vejo a luz no fim do túnel,
mesmo que tudo possa parecer escuro,
sem solução, aos pés da Cruz
com Maria eu uno a minha cruz à Cruz de Jesus.

(Leccio Divina na festa da Exaltação da Cruz, no dia 14 de setembro de 2007 - Pe. Mateus Gonçalves da Silva)

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

PADRES DA DIOCESE


Pe. Divo: Pároco da Paróquia Espírito Santo e Nsa Sra
Aparecida - Porto Meira - Data de ordenação: 29 de julho
de 2000, em Missal/Pr

Pe. Mateus: Vigário da Paróquia Espírito Santo e Nsa Sra
Aparecida - Porto Meira - Data da Ordenação: 26 de julho de 2003 em São José das Palmeiras/Pr
 











Pe. Paulo Carlos Souza - Pároco da Paróquia São Paulo Apóstolo
Jd Maracanã/Foz - Data de Ordenação:

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

PROCISSÃO DE RAMOS



Porto Meira - Foz/Pr
Procissão de Ramos - 2008, na Paróquia
do Espírito Santo e Nsa Sra Aparecida






































terça-feira, 11 de agosto de 2009

MONTE CASTELO

Monte Castelo
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente invejaOu se envaidece...
O amor é o fogoQue arde sem se ver
É ferida que dóiE não se sente
É um contentamento
Descontente
É dor que desatina sem doer...
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
É um não querer
Mais que bem querer
É solitário andar
Por entre a gente
É um não contentar-se
De contente
É cuidar que se ganha
Em se perder...
É um estar-se preso
Por vontade
É servir a quem vence
O vencedor
É um ter com quem nos mata
A lealdade
Tão contrário a si
É o mesmo amor...
Estou acordado
E todos dormem, todos dormem
Todos dormemAgora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade...
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...

Legião Urbana

Composição: Renato Russo (recortes do Apóstolo Paulo e de Camões)

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

EIS AQUI MEU SENHOR

Eis aqui meu Senhor!
Nesta Manhã Senhor
te trago o meu louvor.
Eu te agradeço pela cicatriz
daquela flor.
Mas eu só via a Flor!
Quando eu a toquei
com todos os meus sentidos,
vi que também tinha espinhos.
Pensei comigo: Hummm...
Vai ser árduo esse caminho.
Mas, como gosto de caminhar,
abracei aquela Flor.
E no abraço que a dei,
correram lágrimas e sangue.
Pois, os espinhos penetraram
em todos os meus sentidos.
Mas não desanimei...
Para aquela flor eu olhei,
aquela flor eu amei.
E quando eu a amei,
eu descobri que ela não era minha.
Era do meu Criador.
Obrigado Senhor!!!
Eis aqui meu louvor
e a cicatriz: presente
que aquela flor me deixou.
Confesso que ainda dói...
Porém, se Amor rima com Dor,
Muito obrigado meu Senhor.

(Dia 10 de agosto de 2009, segunda-feira - Pe. Mateus Gonçalves da Silva)

PORQUE ME CUIDAS?

Por que me cuidas desse modo?
Por que me olhas desse jeito?
Por que me tocas assim, com tanto cuidado?
Tens medo de me perder?
Temes que algum dia eu possa te negar?
Por que me cuidas desse modo?
Por que me tocas assim?
Cuidas de maneira especial de minha alma.
Fazes me sentir as vezes como um tolo. Um louco.
Um poeta. Um filósofo.
O seu amor me deixa assim:
incapaz de compreendê-lo,
mas incapaz de não amá-lo.
Por que me cuidas desse modo?
Vem a tempestade, a impetuosidade.
Um fogo abrasador que arde em meu coração.
Tenho tristezas solidões, saudades, medos.
Tenho ao mesmo tempo uma nostálgica sensação de
felicidade. Aí sinto-me em paz.
Ouço o mormúrio da brisa suave que passa.
Sinto que estou em tua presença.
Tu te aproximas suave e toca o meu rosto perplexo.
Divinamente acaricia o meu ombro.
Que fazes aqui? Porque cuidas desse modo
de minha alma?
Tu, nada respondes.
Apenas sorris para mim
e suave como a brisa, segues
o teu caminho.
Meu Coração não é mais o mesmo desde então.
Minha razão não é mais a mesma.
Sei porque me cuidas desse modo: Porque me Amas.
Obrigado Senhor.

(Leccio Divina do dia 3 de abril de 2000, inspirada no texto 1 Rs 19,1-21 - Pe. Mateus Gonçalves da Silva)

SOMOS EU E VOCÊ


Somos eu e Você

Somos eu e Você agora.
Somos só eu e Você.
Você diante de minha intimidade,
eu diante de seu mistério.
Você diante de minha timidez,
minhas angústias e fraquezas.
Eu diante de suas Grandezas.
Sem rodeios nos despimos um para o outro.
Eu talvez demore um pouco
a acreditar no que esteja acontecendo.
Você nao. Desde o princípio já se mostra misterioso
e tem certeza que o nosso relacionamento dará certo.
Você sabe que eu sou capaz.
Eu sinto que o seu amor é muito grande frente à minha pequenez.
Não posso definir o seu rosto.
Quero compreendê-lo, mas não consigo.
Sou humano demais.
Vou deixar dessa relação, penso eu.
Penso, penso, mas ...Agora nao tem mais volta.
A sua Luz e o seu mistério é como o barulho
harmonioso da chuva: envolvente e suave.
Não. Agora não tem mais volta.
Terei de ser seu para sempre.
Seu amor me conquistou, eu sei.
Mas o medo ainda há em mim.
Medo de perdê-lo.
De não ser totalmente seu.
Medo de trair o nosso amor.
De repente sinto a minha alma mesclada
ao seu amor misterioso.
E já não posso mais separar Você de mim.
Somos eu e Você agora.
Meu Coração palpita
porque agora somos só eu Você....

(Leccio Divina do dia 2 de abril de 2000, inspirada em Gn 18,1-15 - Pe. Mateus Gonçalves da Silva)

O PERDÃO CURA: DOM ORLANDO BRANDES

Perdoar não é fácil, mas é o caminho mais eficaz para a convivência humana saudáveL e feliz. Nosso viver e conviver sobrevivem graças ao perdão que é uma atitude de amor incondicionaL, de compreensão, de misericórdia e de aLta sabedoria.
Quem não perdoa é um perdedor. Perde de dois a zero . porque frustra o relacionamento humano e carrega dentro de si o Lixo da mágoa e amargura. Quem perdoa alcança o zero a zero, ou seja, restabelece a comunhão e expulsa o veneno do ressentimento. Terá saúde física, psicológica, social e espiritual. O perdão é remédio, cura, excelente' terapia.
Quem não perdoa, não esquece o maL e sofre a doença da "cornpulsão da repetição"; vive sempre lembrando, repetindo, desabafando a dor interna. Por não perdoar irá sempre culpar alguém e vingar-se. Isso tudo aumenta o sofrimento e o desgaste físico. Perdoar é tirar a raiz da amargura.
Perdoar é compreender, desistir de julgar e de culpar os outros. Isto é possível quando reconhecemos que somos barro. Ninguém é infalível. Quando aceitamos nosso barro e o dos outros, conseguimos perdoar. Com o perdão conseguimos dar um novo significado ao fato que nos magoou, temos nova compreensão, novo olhar, novo sentimento sobre fatos e pessoas. O perdão muda a realidade porque é encontro com a verdade.
Perdoar é reatar o relacionamento rompido, é colocar-se nas mãos do outro, abdicar do julgamento pessoal. É um' gesto de gratuidade no qual fazemos o dom de nós mesmos. Sem o perdão somos pesados, doentes, depressivos, agressivos, desumanos. Perdoar é re­humanização de si.
A falta de' perdão torna falsa e estéril a oração. O rancor, a mágoa, o ressentimento impedem a ação da graça. O sentimento negativo é uma energia venenosa que s~ transforma em doença, insônia, agressividade, imoralidade, alcoolismo, barulho, farra,etc. Muitos problemas da vida têm sua raiz na falta de perdão.
A mágoa, o ressentimento, a amargura, são energias e sentimentos destrutivos.
Assim, quem não perdoa odeia a verdade, carrega veneno na alma, destrói o bem, afasta-se, da caridade, vive no azedume e critica, fere o coração, morre aos poucos, sente-se perdido. Só restá' o vazio, a soLidão e a algazarra para abafar o mal-estar interior ..
As conseqüências negativas da faLta de perdão são tão perigosas e destruidoras que a Bíblia aconselha a perdoar antes do pôr do sol. Não deixar para amanhã. Não ir dormir com raiva: "Não se ponha o sol sobre vossa ira" (Ef 4,26). Igualmente Jesus manda perdoar setenta vezes sete, isto é, sempre, imediatamente e de todo coração. O perdão é tão benéfico que deve ser dado incondicionalmente, totalmente, incansavelmente. Na oração do Pai Nosso, o perdão está ao lado do pão de cada dia. O perdão também é pão da vida, porque é o amor sem medidas, amor de mãe, amor misericordioso. É o perdão que possibiLita a fraternidade e a boa qualidade do relacionamento humano.

(Texto de Dom Orlando Brandes Arcebispo de Londrina)

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

ROMARIA DA TERRA DO PARANÁ


24ª ROMARIA DA TERRA
DO PARANÁ SERÁ REALIZADA
NO DIA 11 DE OUTUBRO
Comissão Pastoral da Terra - Regional Paraná
Assessoria de Comunicação
"Do Ventre da Terra o puro alimento, na mesa de todos o nosso sustento" A Comissão Pastoral da Terra do Paraná e a Diocese de Apucarana tem a grande alegria de informar a todas as comunidades e organizações que a 24ª ROMARIA DA TERRA DO PARANÁ, será realizada no próximo dia 11 de outubro de 2009. A atividade aconteceria no próximo dia 16 de agosto de 2009, em Marilândia do Sul (região norte do estado) e foi adiada atendendo as recomendações dos órgãos de saúde do Estado do Paraná que tem orientado a não realização de eventos, concentrações e aglomerações como uma das formas de prevenção contra a Gripe A (H1N1).
Convocamos a todas as comunidades a se organizarem para celebrar em Marilândia do Sul (Diocese de Apucarana), no próximo dia 11 de outubro a grande festa da partilha e em defesa da alimentação saudável e de qualidade. Organize desde já a sua caravana! Mais informações na página da CPT na internet (http://www.cpt.org.br/), pelo email cpt@cpt.org.br ou pelo telefone 41-3224-7433.
Thays Ferrari PuzziAssessora de Comunicação CPT- PRMTB 7550/PR(43) 9102-4545 / 3347-1175http://www.cpt.org.br/

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

A MINHA ALMA VOS BENDIZ

A Minha Alma vos bendiz, ó Senhor, pois criaste-me assim. E assim quero ser. Quero louvar-vos pelo dom da vida, pelos dons que me destes vós. Fazia tempo...eu só vos pedia...eu só esperava de vós. Agora não. Quero só vos louvar, porque vossas mãos sempre me acalentaram nos momentos de aridez, tristezas e alegrias. Porque vossas mãos sempre me conduziram, quando tudo parecia sem rumo. Obrigado pela oportunidade de poder louvar-vos. Obrigado por me aceitardes como sou Senhor: virtudes e defeitos. As virtudes me ensinaram a superar os defeitos, e somente o fizeram e fazem porque provêem de vós Senhor. É de vós que provém o amor, a felicidade e a fraternidade. Vós tendes palavras de vida. Somente de vós Senhor provém a liberdade que me faz ser sempre inteiramente seu. Senhor a Minha Alma vos bendiz. (Leccio Divina do dia 06 de abril de 2000, inspirada no Sl 23,6: "Felicidade e amor me seguirão todos os dias de minha vida" - Pe. Mateus Gonçalves da Silva)

SEMANA DA FAMÍLIA

A Paróquia Espirito Santo e Nossa Senhora Aparecida Celebra a Semana da Família

Semana da Família
09 a 16 de agosto de 2009

Em nome da Paróquia, quero agradecer a todas as familias, que participaram da semana da familia, bem como as equipes que auxiliaram na preparação e execução das liturgias e cantos. Que o Senhor Abençoe a todas as Famílias. (Pe. Mateus G. da Silva - Foz, 17 de agosto de 2009)
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VI Encontro Mundial das Famílias

Aconteceu entre os dias 14 a 18 de janeiro de 2009 na cidade do México o VI Encontro Mundial das Famílias em torno da temática dos valores. O Brasil enviou 60 participantes. Além de enfocar a importância da família, a Igreja prefere não acentuar os problemas, mas apontar soluções. Daí o tema dos valores e a família. Nós iremos realizar no dia 24 de maio próximo, uma “Peregrinação Nacional da Família” no Santuário Nacional de Aparecida, com a mesma finalidade. É hora de defender a família. O Papa Paulo VI dizia que “os maus são atrevidos e os bons são acanhados”. Não dá mais para permanecermos calados, acomodados e até nos entregando ao pessimismo no que tange a questões familiares. Pelo contrario, precisamos ser “profetas da família”, que é a mais antiga instituição da humanidade, é tesouro e patrimônio dos povos. É verdade que a família passa por crises, mas é indestrutível por estar radicada na história da humanidade, no psiquismo humano, na cultura dos povos e nas mais diferentes religiões e principalmente por ter origem divina (Gen 1,27). Deus mesmo é uma comunidade familiar e autor da família humana. Nossa esperança é que toda a humanidade chegue a ser uma grande família, a partir dos valores de nossa comum dignidade e a necessidade de complementaridade e de fraternidade universal. A família é um bem para o mundo, uma necessidade para a pessoa, esperança da sociedade como berço da vida, ninho do amor, “útero cultural e espiritual” das pessoas. Dentre os valores a serem salientados no âmbito familiar merece nossa atenção em primeiro lugar o próprio conceito de família: “comunidade de pessoas, unidas em matrimonio, aberta à transmissão da vida e educação dos filhos”. É na família que se dá a humanização da pessoa. Ali aprende-se a ser pessoa, supera-se o individualismo e se evita o coletivismo. Família é feita de presença das pessoas e da comunicação entre elas. Ali se aprende a comunhão com os outros e a doação de si. Em segundo lugar, vem o valor da educação para o amor e a educação religiosa. O amor dos pais é o melhor modo dos filhos sentirem-se amados e impelidos a amar. Por outro lado, os joelhos dos pais, as mãos postas em oração, infundem nos filhos tal segurança, bem-estar e alegria que o mundo não pode tirar. Como está sendo difícil educar para a verdadeira sexualidade e a autentica religiosidade. Sem tais valores, não fiquemos surpresos se as paixões, o sexo, o álcool e as drogas adotarem nossos filhos. Que podemos esperar de uma criança que não sabe rezar, que ignora Deus e cresce sem limites e valores? Em terceiro lugar vem o valor dos limites. A criança precisa do “não” para discernir o bem e o mal. Dizer “não” é próprio do amor exigente. A firmeza da educação confere segurança e abertura para a convivência. É pela disciplina que a gente se torna discípulo. Um pai forte e amigo, uma mãe equilibrada e feliz, são os primeiros educadores da escola do “saber ser”. Altruísmo, generosidade, gratuidade são as melhores heranças que podemos deixar para nossos filhos. A arte de ser pai e mãe é a mais bela do mundo, porque os filhos são verdadeiras obras de arte desde o ventre materno. Os pais são colaboradores do Criador, construtores da sociedade, formadores de pessoas. Os pilares da família são: o diálogo, a oração, o perdão e a ternura. O melhor lugar do mundo é a nossa casa e o tesouro mais precioso é a família. No Brasil, revelou a pesquisa do IPEA, a família é o valor primordial. Vem antes da saúde, do trabalho e do dinheiro. Que assim seja. Ameaças, projetos de lei, crises se abatem sobre a instituição do casamento e da família. Precisamos defender a todo custo o valor e a centralidade, quer do matrimonio como da família, para a serenidade dos filhos, a ordem social, a segurança pública e a sociedade equilibrada. A família é o eixo transversal de toda a ação pastoral da Igreja. (Texto de Dom Orlando Brandes, arcebispo de Londrina)
Fonte: http://www.cnbb.org.br/ns/modules/articles/article.php?id=447

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

PASTORAL VOCACIONAL


SEMINÁRIO O CORAÇÃO DA DIOCESE

O Seminário Menor diocesano Nossa Senhora Medianeira, fundado no dia 28 de agosto de 1983, iniciou o ano formativo de 2009 contando com a presença de 18 formandos, mais dois formadores.

Jovem, você quer ser um padre diocesano?

Então, venha fazer um acompanhamento Vocacional em nosso Seminário Menor em Medianeira. Entre em Contato com a Equipe de Formadores, pelo fone: (45) 3264 3088. Participe dos Encontros Vocacionais:

Dias 12 e 13 de setembro de 2009

Início: Sábado (8h30)
Término: Domingo (12h, com o almoço).
O que levar? Roupas de uso pessoal, escova de dente, sabonete, lençol, travesseiro, roupa para esporte e trabalho, e o material principal, Bíblia, caderno e caneta)